“Já perdi as contas de quantas vezes eu confiei nas pessoas erradas.”

“A verdade é que quando você volta, eu mando você ir embora de novo. E quando você vai embora, eu quero que você volte mais uma vez. É que quando você volta, eu me lembro que as coisas nunca vão ser do jeito que eu queria, e aí eu tenho certeza que se for assim eu fico melhor sozinha. E quando você vai embora de novo, eu me lembro que eu prefiro te ter pelo menos por perto do que não te ter de qualquer jeito.”

Eu só quero que você entenda que eu não gosto quando você vai embora. Não gosto quando você esconde o que sente. Não gosto quando você não me dá a maior bola. Se eu falo que está tudo bem, quero que você pergunte de novo. E de novo. De vez em quando eu finjo que tudo está numa boa, mas tenho o meu lado fraco. Preciso de colo. De atenção. Se eu estou triste, quero você ao meu lado. Se eu estou brava, quero você ao meu lado. Se eu estou num dia bom, quero você ao meu lado. Se meu dia foi péssimo, quero você ao meu lado […] Só você não vê isso.


Adeus. Eu sei que quase todos odeiam essa palavra, uma despedida sem retorno, mas sinto-a necessária. Tantas tolices me rodeiam e perturbam, preciso me desfazer de tudo isso que está em tormentas dentro de mim. Suspiro, porque sei que não consigo sozinha, que tudo parece errado e fora da órbita, assim como minha alma. Quero partir, dizer adeus às incertezas, ao tempo, ao mundo.
uuuuuuuuuuuuuuuu
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